Crítica | Apartamento 212 (2019): trocando o regular pelo ridículo

A cena inicial mostra um homem machucado, o que já entrega o que irá acontecer. Claro que é algo óbvio, uma vez que está presente na sinopse, mas ainda serve para tirar o peso do que acontece mais tarde. Há também um jeitão de abertura de série com pausas com destaque para os nomes dos envolvidos. É um tom meio amador que combina bem com Apartamento 212, o que, infelizmente, só fui descobrir tarde demais.

Crítica | Os Outros (2001): para que os empregados?

Primeiramente, é importante pontuar o único erro grosseiro de Os Outros, que é a utilização de um jumpscare. Ele até faz algum sentido, mas não o suficiente para se fazer necessário. Um filme tão redondinho não precisava usar tal recurso. Aqui, o susto bobo tem um efeito parecido com o que há em 1408 (sem comparar a qualidade de ambos os filmes).

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