Crítica | Mulan (2020): um filme quase perfeito

Mulan é um filme quase perfeito porque erra muito pouco e se sai extremamente bem para uma aventura mais leve, mais infantil. E ser mais infantil não o torna vazio de conteúdo.

Em Mulan, Hua Mulan (Liu Yifei) é a espirituosa e determinada filha mais velha de um honrado guerreiro. Quando o Imperador da China emite um decreto que um homem de cada família deve servir no exército imperial, Mulan decide tomar o lugar de seu pai, que está doente. Assumindo a identidade de Hua Jun, ela se disfarça de homem para combater os invasores que estão atacando sua nação.


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