Crítica | 127 Horas (2010): tenso e dramático

O início do filme capricha em belas paisagens desérticas e na demonstração de que o protagonista é um aventureiro nato que sabe o que está fazendo. A cena em que ele e as moças se jogam na água é surreal. Mesmo sabendo que não aconteceria nada ruim ali, fiquei bem tenso.

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Crítica | A Descoberta (2017): um filme sobre morte

A premissa de A Descoberta é muito interessante e permeia toda a extensão do filme, funcionando como ambientação. O cientista Thomas identificou um fluxo energético que sai de cadáveres e o interpretou como uma transição da consciência. Assim, concluiu que parte do indivíduo vai para outro lugar após a morte. Não senti que o raciocínio era convincente, mas aceitei pelo bem da experiência cinematográfica.

Crítica | O Último Dia (2016): nem tem tempestade

O nome original do filme é Heimatland e é possível encontrá-lo como Wonderland. Muitas vezes, quando pretendo escrever sobre filmes do Prime Vídeo, acontece de eu descobrir que o título no Prime é diferente do título real do filme. Além deste problema, O Último Dia contém outra dificuldade propiciada pelo Prime Vídeo: a sinopse.

Crítica | O Duplo (2013): uma experiência psicológica

Quando assimilei que o protagonista era um rapaz retraído, pensei na sinopse do filme e imaginei que a lógica seria como em Clube da Luta. É possível que a previsibilidade atrapalhe a experiência fílmica, especialmente quando o mote da obra é seu plot twist. No caso de O Duplo, a facilidade desse pedaço do entendimento auxilia a imersão, o que torna a obra mais impactante emocionalmente. Deixar o espectador digerindo a ideia por 1h é benéfico para o peso temático.

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