Crítica | Cartão de Natal (2017): ruindade natalina

Eu decidi assistir a Cartão de Natal porque sua premissa indica uma evolução humilde da protagonista, mais ou menos na linha do que Carros faz com o Relâmpago McQueen. Esse é um tipo de história que me agrada e serviria como especial de Natal para o Blog do Kira. Lamentavelmente, o filme foi uma experiência mais negativa do que positiva.

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Crítica | A Descoberta (2017): um filme sobre morte

A premissa de A Descoberta é muito interessante e permeia toda a extensão do filme, funcionando como ambientação. O cientista Thomas identificou um fluxo energético que sai de cadáveres e o interpretou como uma transição da consciência. Assim, concluiu que parte do indivíduo vai para outro lugar após a morte. Não senti que o raciocínio era convincente, mas aceitei pelo bem da experiência cinematográfica.

Crítica | A Bela e a Fera (2017): bonito e convincente

A Bela e a Fera é uma história de romance e fantasia que sabe pontuar o romance de modo que ele seja consistente e convincente. Sem deixar a peteca cair, o filme permanece interessante com o perigo representado pelo Gaston e sustenta habilmente a ambientação fantasiosa com sua direção de arte e seus musicais (ainda que eu desgoste de musicais).

Crítica | O Massacre (2017): finalmente um filme bom

Em geral, a franquia O Massacre da Serra Elétrica é composta por filmes ruins que são cópias uns dos outros. O Início executa razoavelmente bem a fórmula desgastada da franquia e A Lenda Continua tenta misturar dois plots, executando mal ambos. O Massacre é o primeiro filme do Leatherface que é bom, totalmente fora da curva de seus antecessores.

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