Crítica | Coringa (2019): entre a tristeza, a loucura e a satisfação

Quando Coringa foi anunciado, não me empolguei. Entendi que, se o filme fosse bom, não importaria. Se o filme fosse ruim, também não importaria. Isto porque ele não integra o Universo Estendido DC, e, para mim, seria desnecessário. Ao final das duas horas de duração, a sensação que fica é de que sim, ele não muda nada no DCEU, contudo, o longa é muito bom e funciona mesmo se tirar as referências aos quadrinhos.

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